domingo, 24 de novembro de 2013

pessoas são presentes

As pessoas são presentes!

 Algumas chegam com uma embalagem bonita, outras em embalagem comum.

Existem ainda aquelas que chegam com a embalagem machucada, às quais
às vezes não damos o menor valor. 
 Existem aquelas que chegam registradas: são presentes valiosos, pois
não se pode perdê-los no caminho.

Porém, isso tudo é superficial: o presente não é a embalagem, mas o conteúdo.

É com ele que aprendemos, crescemos. É ele que nós compartilhamos com os outros.

Você, eu e outras tantas pessoas: todos somos presentes umas para as outras.

E cá entre nós, há um presente que o conteúdo dele tem salvado vidas,
este presente chama-se AMOR.

sábado, 7 de setembro de 2013

MEUS PENSAMENTOS

....Continuava a andar, o seu eu e o seu ego, que agora são capazes de amar, que não quer mais se enganar, se iludir...contudo, aprendeu que poderia ser livre, e que todas as suas ações e palavras seriam feitas e ditas com a voz do amor.
Sabia que um dia, ela e o amor, seriam um só, sempre de dimensões superiores ao que pode dimensionar o pensamento humano.
Seus pensamento vivia direcionado ao amor, sintonizado com o coração, quebrando as barreiras para se encontrarem num só...
...Quando nada havia à fazer, escrevia, não sabia o certo...ou o errado...procura não saber. O que sabia é que entre ela e ele, existia algo muito lindo, pelo menos nela...se engana, se ilude mais uma vez...Não sabia...não era filosofa, era apenas alguém que queria, que ansiava, que desejava...O que sabia?...sabia de si mesma.
Queria escrever poeticamente, não para provar quem era, mas, para rimar um verso para poder vencer; queria que lhe ouvisse mesmo sem lhe entender...
Parava, escutava o seu coração...lembranças vem à sua mente...com essas lembranças, forma um nó incomodante na sua garganta, prestes a quebrar, a romper em lágrimas...pensava que não poderia se entregar...não estava só...pensava que é maravilhoso ter alguém com quem contar...Continuava com os seus pensamentos...pensava que o mundo, a vida, as coisas, os homens e a natureza seguiam uma determinada lógica de vida, e que tem seus objetivos e finalidades, nada existe solto no ar....
A própria naturalidade tem uma lógica, o seu significado tem um fundamento maior do que tentam dar à ela...Sua característica máxima é a não coercitividade ilógica e o seu sentido não é vulgar nem leviano, mais é coerente e consistente...dando espaço para a transferência, a responsabilidade e o respeito.Assim, o sentimento também tem uma lógica, respalda-se no objetivo máximo do prazer, prazer com responsabilidade, respeito e dignidade entre as partes envolvidas.
Nada existe pelo simples fato de existir...e o sentimento que foi cultivado dentro do seu peito ao longo desta convivência virtual, também segue uma determinada lógica coerente(penso ela), respeitando a individualidade e fundamentalmente a liberdade do outro...abrindo um espaço para dizer que a liberdade da qual falava, não tem um conceito limitado, mas é aquela liberdade reciproca que abrange os aspectos da convivência mutua, uma liberdade que respeita os espaços e sentimentos do outro....

sábado, 15 de junho de 2013

O MENINO PINTOR

Era uma vez um menino ia à escola. Ele era bastante pequeno, e ela era uma grande escola.
Mas quando o menino descobriu que podia ir à sua sala caminhando através da porta da rua, ele ficou feliz.E a escola não parecia tão grande quanto antes.
Uma manhã, quando o menininho estava na escola, a professora disse:
_Hoje nós iremos fazer um desenho...
"Que bom" pensou o menininho. Ele gostava de desenhar.Ele podia fazer vários tipos de desenhos: leões, tigres, galinhas, vacas,trens e barcos. Então ele pegou uma caixa de lápis e começou a desenhar.
Mas a professora disse:
_esperem, ainda não é hora de começar.
E ela esperou até todos estarem prontos.
_Agora! _ disse a professora.
_Nós iremos desenhar flores.
"Que bom" pensou o menininho.Ele gostava de desenhar flores. E ele começou a desenhar diversas flores com o seu lápis rosa, laranja e azul.
Mas a professora disse: _Esperem, vou mostrar como se faz.
E a flor era vermelha, com o caule verde.
_Assim_ disse a professora_ Agora vocês podem começar.
O menininho olhou para a flor da professora. Então para a sua flor.Ele gostou mais da sua flor. Mas não podia dizer isto. Ele virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora.Era vermelha com o caule verde.
No outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre a professora disse:
_Hoje iremos fazer alguma coisa com barro.
"Que bom" pensou o menininho. Ele gostava de barro.Ele podia fazer todo tipo de coisa com o barro: elefantes e camundongos,carros, caminhões.E ele começou a amassar e juntar sua bola de barro.Mas a professora disse:
_Esperem, não é hora de começar.E ela esperou até todos estarem prontos.
_Agora_ disse a professora.Nós iremos fazer um prato.
"Que bom" pensou o menininho. Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.
A professora disse:_esperem! vou mostrar como se faz. E ela mostrou a todos como fazer um prato fundo.
_Assim- disse a professora.Agora vocês podem começar.Então, ele olhou para o seu próprio prato. Ele gostava mais do seu prato  que o da professora.Mas ele não podia fazer isso.
Ele amassou o seu barro numa grande bola, novamente e fez um prato igual ao da professora.Era um prato fundo.E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e a fazer as coisas exatamente como a professora.E muito cedo ele não fazia as coisas por si próprio.
Então aconteceu que o menino e sua família mudaram-se para outra casa, em outra cidade, e o menininho tinha que ir a outra escola.
Esta escola era ainda maior do que a outra. E não havia porta da rua para a sua sala.Ele tinha que subir grandes degraus até sua sala.E no primeiro dia ele estava lá. A professora disse:
_Hoje nós vamos fazer um desenho.
"Que bom" pensou o menininho, e ele esperou que a professora dissesse o que fazer. Mas a professora não disse nada.Ela apenas andava na sala.Quando ela veio até o menininho disse:
_Você não quer desenhar?
_Sim. disse o menininho.O que nós vamos fazer?
_Eu não sei até que você faça.Disse a professora.
_ Como eu posso fazer?.Perguntou o menininho.
_Da maneira que você gostar. Disse a professora.
_E de que cor?Perguntou o menininho.
_Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como posso saber quem faz o que?E qual o desenho de cada um?
_Eu não sei. Disse o menininho.E ele começou a desenhar uma flor vermelha com um caule verde.


                                          A Arte do magistério. Earl,Púllias e Young.


segunda-feira, 22 de abril de 2013

DESAFIOS

A vida do ser humano é cheia de desafios...cheia de altos e baixos...às vezes acordamos nos sentindo o próprio cocô do cavalo, e outro dia de repente acordamos nos sentindo o ser humano mais lindo, mais chic, importante e amado da face da terra...vai entender a mente humana...mas, enfrentamos desafios diários, independente de como acordamos os desafios existem, e existem para serem enfrentados, confrontados e vencidos...desistir???? nunca!!!!!
Nós seres humanos somos fortes, somos ousados, somos capazes de transpor barreiras e cantar vitórias na cara do inimigo...somos capazes de nos superar,quando achamos que não iremos conseguir...somos seres inteligentes, dotados de dons e estratégias que nos permitem a  sobrevivência nesta selva de pedra cheias de desafios, que se chama terra, mundo.
              

DESAMOR DO AMOR


Como podem os poetas fazerem versos? como podem?..como podem se intitularem poetas? Até isso? Roubam de alguém os sentimentoa, e sem compaixão os verseiam.
Longe de imaginar que estão roubando algo que nunca tiveram...Olham o pôr do sol e o acham lindo,versos nele. Sentam-se à luz da lua cheia e dela fazem mil versos, mil coisas...
Antes, quando não se sabia escrever, havia sim poesia...isso sem que o homem falasse ou lesse...Lá, muito lá, nos anos mais tenros desta benta terra, começou o homem a pensar, ser dono, e fez de tudo versos, sonetos.
Esbanjaram nas sextilhas, repentes, e improvisações, poéticas é claro. Assim foi que começou o desamor do amor...lindo era, quando criança ouvia se falar em Romeu e julieta. Bisbilhotava o namoro da irmã ou do irmão  sem quê nem porquê.Esperança que pudesse dizer coisas belas como eles...
Rio, hoje rio de tudo aquilo, pois para quem eu poderia falar poéticamente? Já não sou mais uma criança..já não sou aquela criança...que inventava.. criava um amigo, um namoradinho imaginário..aquela criança que beijava  a própria imagem no espelho e imaginava alguém em sua pureza de mente infantl....Hoje tudo isso tornou-se um ser distante, virou fluído em minha mente...
Olho agora no espelho de minha alma e vejo no fundo dos meus olhos....matei também a poesia que havia em mim?..não tenho respostas...tenho sonhado sonhos já por mim sonhados...Mas, desde quando se mata algo que é eterno? Aí é que está o infinito da minha poesia....sempre haverá...

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

PODRES PODERES

Enquanto os homens exercem seus podres poderes          
Motos e fuscas avançam os sinais vermelhos
E perdem os verdes
Somos uns boçais 
Queria querer gritar setecentas mil vezes 
Como são lindos, como são lindos os burgueses
E os japoneses
Mais tudo é muito mais
Será que nunca faremos senão confirmar
A incompetência da América católica
Que sempre precisará de ridículos tiranos?
Será será que será que será que será
Será que essa minha estupida retorica
Terá que soar, terá que se ouvir
Por mais zil/anos?
Enquanto os homens exercem seus podres poderes
Índios e padres e bichos, negros e mulheres
E adolescentes
Fazem o carnaval
Queria querer cantar afinado com eles
Silenciar em respeito ao seu transe, num êxtase
Ser indecente mas tudo é muito mau
Ou então cada paisano e cada capataz
Com sua burrice fara jorrar sangue demais
Nos pantanais, nas cidades, caatingas
E nos gerais
Sera que apenas os hermetismos pascoais
E os tons e os mil tons, seus sons e seus dons geniais
Nos salvam,nos salvaram dessas trevas
E nada mais?
Enquanto os homens exercem seus podres poderes
Morrer e matar de fome, de raiva e de sede
São tantas vezes gestos naturais
Eu quero aproximar o meu cantar vagabundo
Daqueles que velam pela alegria do mundo
Indo mais fundo
Tins e bens e tais.

Você já parou pra pensar seriamente na realidade gritante de milhares de brasileiros que vivem sem moradia, embora esta seja um direito assegurado por nossa constituição?. Você se sente interpelado, tocado pelos adultos e crianças que dia-a-dia você encontra, debaixo das pontes, nas favelas, dormindo pelas calçadas e praças, onde o seu abrigo são caixas de papelão e jornais?
Não podemos cruzar os braços e silenciar diante do apelo que nos faz essa realidade. Caetano Veloso ao compor esta musica "podres poderes", ele nos fala sobre a realidade do nosso país onde os homens do poder não fazem praticamente nada pra mudar o nosso país, como investir em educação, saúde e outros..
Quando ele nos fala "..morrer e matar de fome, de raiva e de sede, são tantas vezes gestos naturais"..Hoje há gente morrendo de fome, matando pra sobreviver, e os homens do poder? estão construindo mansões para seu próprio beneficio e conforto, e o conforto do povo? só existe caixas de papelão e restos de comidas das latas de lixo. Muitos de nós, nos fingimos de cegos para não vermos nossas crianças morrendo de fome, os nossos idosos morrendo de fome e solidão. Nosso país e um país pacifico mais de um povo pobre.
Pessoas corruptas e violentas deviam deixar de fazer coisas ruins e começarem a ajudar o nosso Brasil. E quem vai castigar os culpados? Ate quando nós brasileiros vamos viver nesta tortura? será que nunca faremos senão concordar e confirmar com a incompetência do poder podre? É preciso afirmar e reivindicar os nossos direitos, como condição básica para o desenvolvimento de vida plena do individuo, da família, da fraternidade e da cidadania. 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

OLHANDO PARA O ONTEM

Á princípio tudo me parecia perdido. Uma dor dilacerante me invadia o coração. E para mim, tudo o que havia nele era apenas amargura. Mas reagi, lutei, pois a vida continuava e eu não poderia ficar parada.
E foi nesta luta, nesta reação que vi o gosto inefável de viver, de amar...
Via em cada olhar dos amigos que eles sabiam do meu sofrimento, por mais que eu dissimulasse, eles sabiam...De repente, vi como eu estava cansada, mas nem mesmo este cansaço me impedia de pensar que a vida estava continuando, e cada vez mais com maior intensidade.
E o que mais me irritava era essa continuação, sim! esta continuação. Pois ela era quem me fazia ver de longe na ida a faculdade, o café frio da garrafa que não havia termicidade. E quando eu pensava que tinha que aguentar tudo aquilo....Mas isto não quer dizer que não devemos dar uma parada e pensar...pensar que nós não poderíamos continuar com a vida...
Temos sempre que possível dar uma parada e olhar, olhar e o que é mais importante, ver...ver que ao lado existe um caminho pra se continuar, ver que atrás não ficou só o passado, mas também experiência. Atrás não havia só gráficos e desenhos imprestáveis, atrás havia e estava a verdade.
E mais uma vez eu olhei para o ontem, divaguei e senti no ar, que algo havia mudado em mim...continuei a pensar e a sentir...Decolo em vôo razante e vejo as paisagens que a imaginação me permite ver.. são lindas.
Queria ser como aquele velho caderno de perguntas que se usa na infância, sempre que lembrado, visto em pensamento e folheado com amor.
Queria ser um simples fato em maior destaque. Queria ser estrela de TV... aquela que tem sua hora de admiração.
E mais uma vez eu olhei para  o ontem e senti, senti saudades de momentos..De repente... milhões de perguntas me enche a cabeça: Será que tenho sido uma pessoa coerente com suas ideias? Será que eu estou sendo um ser humano responsável com a sociedade?
E como estas, mais eu tenho no pensamento.. mas como posso me superar?
E como estes, mais um milhão de coisas há pra enumerar a respeito de tudo, coisas que me fazem viver e enchergar o mundo direito.